Disfunção Erétil: Diagnóstico e Tratamento em Curitiba

Dificuldade para obter ou manter a ereção com firmeza suficiente para a relação sexual tem causa. E, na maior parte dos casos, essa causa pode ser identificada.

A disfunção erétil é frequentemente o primeiro sinal visível de um problema circulatório. As artérias penianas têm calibre menor que as coronárias, e por isso costumam dar sinal antes. Tratar apenas o sintoma com medicação, sem investigar, pode significar deixar passar diabetes, hipertensão, colesterol alto ou apneia do sono.

O atendimento em Curitiba com o Dr. Fernando Fogliatto parte justamente dessa lógica: descobrir por que está acontecendo, para então definir o que fazer.

As causas mais comuns

A disfunção erétil raramente tem uma causa única. O mais frequente é a combinação de fatores:

  • Vasculares — aterosclerose, hipertensão, colesterol elevado, tabagismo;
  • Metabólicas — diabetes, obesidade, síndrome metabólica;
  • Hormonais — baixa testosterona, alterações da tireoide, prolactina elevada;
  • Neurológicas — sequelas de cirurgia pélvica, lesões medulares, neuropatia diabética;
  • Medicamentosas — anti-hipertensivos, antidepressivos, finasterida, entre outros;
  • Psicológicas — ansiedade de desempenho, estresse, conflitos no relacionamento, depressão;
  • Hábitos — sedentarismo, álcool em excesso, privação de sono.

Um detalhe que orienta o diagnóstico

Uma pergunta simples ajuda muito: ainda existem ereções espontâneas ao acordar ou durante o sono?

Quando existem, e a dificuldade aparece apenas em situações específicas, o componente emocional costuma ter peso maior. Quando desapareceram de forma progressiva, ao longo de meses ou anos, a origem orgânica — vascular ou hormonal — ganha força.

Isso não fecha o diagnóstico, mas direciona a investigação desde a primeira consulta.

Como é a investigação

A avaliação combina:

  • História clínica detalhada — início dos sintomas, evolução, medicamentos em uso, doenças associadas, hábitos e contexto do relacionamento;
  • Exame físico — incluindo avaliação genital, pressão arterial e sinais de alterações hormonais;
  • Exames laboratoriais — glicemia e hemoglobina glicada, perfil lipídico, testosterona, TSH, prolactina e função renal;
  • Doppler peniano com fármaco-estímulo, quando indicado — mede o fluxo arterial e a capacidade de reter o sangue, diferenciando causas arteriais, venosas e não vasculares. Saiba mais sobre o Doppler peniano.

Opções de tratamento

O tratamento é escolhido a partir do diagnóstico, não do sintoma. As possibilidades incluem:

  • Controle dos fatores de risco — parar de fumar, tratar diabetes, hipertensão e colesterol, perder peso, corrigir apneia do sono e retomar atividade física. É a base de tudo;
  • Revisão de medicamentos em uso, quando houver relação com o quadro;
  • Medicação oral (inibidores de PDE5), com orientação sobre uso correto — boa parte das “falhas” vem de uso inadequado;
  • Correção hormonal, quando há deficiência comprovada;
  • Terapia por ondas de choque de baixa intensidade, em casos selecionados de origem vascular. Conheça a terapia por ondas de choque;
  • Abordagem multiprofissional, com terapia sexual quando o componente emocional é relevante;
  • Outras opções, discutidas caso a caso quando as anteriores não são suficientes.

Perguntas frequentes

Disfunção erétil tem cura?

Depende da causa. Quadros ligados a medicamentos, alterações hormonais, hábitos ou fatores emocionais frequentemente melhoram de forma significativa quando a causa é tratada. Em casos vasculares avançados, o objetivo passa a ser recuperar a função com o tratamento adequado.

É normal ter dificuldade de ereção de vez em quando?

Episódios ocasionais acontecem e costumam estar ligados a cansaço, álcool, estresse ou ansiedade. A investigação é indicada quando a dificuldade se torna frequente ou persistente por alguns meses.

Posso comprar o medicamento por conta própria?

Não é recomendado. Além de exigir avaliação de contraindicações — especialmente cardiológicas e uso de nitratos —, o uso sem diagnóstico mascara a causa e adia a descoberta de doenças relevantes.

Disfunção erétil é sinal de problema no coração?

Pode ser um sinal precoce. Como as artérias penianas são mais finas, elas costumam apresentar alterações antes das coronárias. Por isso a avaliação cardiovascular faz parte da investigação.

Homem jovem também pode ter disfunção erétil?

Sim. Em pacientes mais jovens, ansiedade de desempenho, uso de substâncias, alterações hormonais e distúrbios do sono estão entre as causas mais frequentes — e todas são investigáveis.

Leia também: Disfunção erétil, baixa libido e saúde sexual masculina: quando buscar tratamento.

Atendimento em Curitiba

O atendimento é realizado em duas unidades em Curitiba:

  • Unidade São Francisco — Rua Portugal, 307 e 329, São Francisco, Curitiba/PR
  • Unidade Batel — Rua Francisco Rocha, 62, sala 1201, Batel, Curitiba/PR

Atendimento particular e por convênios. Para agendar sua avaliação, fale com a equipe pelo WhatsApp.


Dr. Fernando Fogliatto — Médico Urologista. CRM-PR 30602 | RQE 22927 e RQE 25556. Atuação em saúde masculina, medicina sexual e urologia moderna, com mais de 10 anos de experiência.

Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui a consulta médica. O diagnóstico e a indicação de tratamento dependem de avaliação individual.

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