A terapia por ondas de choque de baixa intensidade é uma opção não invasiva para casos selecionados de disfunção erétil. É aplicada em consultório, sem cortes, sem anestesia e sem afastamento das atividades.
O objetivo do tratamento é estimular a microcirculação peniana. Diferente da medicação, que age no momento da relação, a proposta aqui é atuar sobre o tecido ao longo de um protocolo de sessões.
É importante dizer com clareza: nem todo paciente é candidato. A indicação depende de avaliação clínica prévia e, na maioria das vezes, do estudo da circulação peniana. Em Curitiba, essa avaliação é feita pelo Dr. Fernando Fogliatto.
Como a terapia funciona
O aparelho emite ondas acústicas de baixa intensidade sobre a região peniana. Essas ondas atuam como um estímulo mecânico sobre o tecido, com o objetivo de favorecer processos de melhora da microcirculação local.
É importante separar duas coisas frequentemente confundidas: as ondas de choque de baixa intensidade usadas aqui não são as mesmas de alta energia empregadas para fragmentar cálculos renais. São equipamentos, energias e finalidades diferentes.
Quem pode ser candidato
A terapia tende a ser considerada para o paciente que:
- Tem disfunção erétil de origem vascular identificada na investigação;
- Apresenta quadro de intensidade leve a moderada;
- Não obteve resposta satisfatória com medicação oral, ou prefere não usá-la;
- Tem os fatores de risco sob controle — diabetes, hipertensão, colesterol, tabagismo.
Por outro lado, a indicação não se aplica quando a causa principal é hormonal, medicamentosa, neurológica ou predominantemente emocional. Nesses casos, tratar a causa real dá resultado melhor do que insistir em sessões.
Como são as sessões
O tratamento segue um protocolo com número definido de sessões, estabelecido na avaliação. Cada aplicação:
- É realizada em consultório, com o paciente acordado;
- Dura poucos minutos;
- Não exige anestesia — a sensação relatada é de leves pulsos na região;
- Permite retorno imediato às atividades, inclusive dirigir e trabalhar;
- Não exige repouso nem abstinência sexual.
Ao longo do protocolo, a resposta é reavaliada clinicamente.
Expectativas realistas
A resposta varia conforme a causa e a gravidade do quadro, e não é a mesma para todos. Isso é explicado antes de começar, e faz parte da decisão de iniciar ou não o tratamento.
A terapia por ondas de choque também não substitui o controle dos fatores de risco. Paciente que segue fumando, com diabetes descompensado ou sedentário tende a ter resultado inferior — o vaso continua sendo agredido enquanto se tenta recuperá-lo.
Em muitos casos, a melhor estratégia combina ondas de choque com medicação, ajuste de hábitos e correção do que a investigação encontrou.
Perguntas frequentes
O tratamento com ondas de choque dói?
Não é um procedimento doloroso. A maioria dos pacientes descreve a sensação como pulsos leves na região, bem tolerados, sem necessidade de anestesia.
Quantas sessões são necessárias?
O número de sessões segue um protocolo definido na avaliação inicial, e varia conforme o caso. Isso é informado antes do início do tratamento.
Preciso parar de tomar a medicação para disfunção erétil?
Não necessariamente. Em vários casos os tratamentos são combinados. A conduta é definida individualmente na consulta.
Preciso de repouso depois da sessão?
Não. É possível retornar às atividades normais imediatamente, incluindo trabalho, exercícios e atividade sexual.
Ondas de choque servem para todo tipo de disfunção erétil?
Não. A indicação é para casos selecionados, geralmente de origem vascular. Quando a causa é hormonal, medicamentosa, neurológica ou emocional, o tratamento adequado é outro.
Atendimento em Curitiba
O atendimento é realizado em duas unidades em Curitiba:
- Unidade São Francisco — Rua Portugal, 307 e 329, São Francisco, Curitiba/PR
- Unidade Batel — Rua Francisco Rocha, 62, sala 1201, Batel, Curitiba/PR
Atendimento particular e por convênios. Para agendar sua avaliação, fale com a equipe pelo WhatsApp.
Dr. Fernando Fogliatto — Médico Urologista. CRM-PR 30602 | RQE 22927 e RQE 25556. Atuação em saúde masculina, medicina sexual e urologia moderna, com mais de 10 anos de experiência.
Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui a consulta médica. O diagnóstico e a indicação de tratamento dependem de avaliação individual.



